DICA DA SEMANA

29/05/2012 |

Tão logo retornei do hospital, uma das primeiras coisas que queria fazer era acessar o Youtube e voltar a ver vídeos de guitarra e equipos afins, afinal, passei quase 2 semanas vendo apenas TV aberta… é ruim até de lembrar… hehehe

… um dos primeiros vídeos que achei mostrava um lançamento da Seymour Duncan, o 59/Custom Hybrid, que veio ao encontro de um anseio que eu tinha pouco antes da minha cirurgia…

… estou retomando um projeto e quero usar apenas a strato nele, o que por si só é algo absolutamente surreal pra mim… entretanto, para remediar um pouco esse surrealismo, pensei em colocar um humbucker na ponte, já que não gosto de som de single-coil na ponte de strato, e para esse fim, considerando a madeira da minha guita, pensei justamente no Seymour 59…

… mas tenho pensado nisso já há algum tempo, sem me decidir duma vez porque eu acho que o 59 carece de algumas características que eu gostaria que ele tivesse… era pouca coisa, mas algo que eu realmente gostaria que ele tivesse…

59 … bom, bastou eu ouvir o vídeo da Seymour com o 59/Custom Hybrid para eu ter a impressão que ele teria esse tempero extra que eu queria: graves mais articulados e médios mais apurados…

… entretando, foi ao tocar com esse captador que tive a certeza que ele tinha a complexidade que eu queria que o 59 tivesse… o 59/Custom Hybrid é um captador muito bom, muito bom mesmo, muito articulado e muito mais interessante que o 59 que todos conhecemos…

… esmiuçando um pouco o Seymour 59/Custom Hybrid: ele tem de um lado, digamos assim, uma “lâmina” do 59, e do outro uma “lâmina” CUSTOM da Seymour Duncan… ele é construído com Alnico V e tem saída de 11.5k…

… eu sei que avaliar captador por vídeo é complicado… até mesmo ao vivo é difícil… entretanto, como tinha uma história que acabou levando ao 59/Custom Hybrid, é que trago ele nesse DICA DA SEMANA…

… abaixo dois vídeos, sendo o primeiro feito pela Seymour Duncan, e que me fez ficar muito interessado nesse captador…

… de resto, agradeço à todos pelo prestígio e espero o retorno de vocês na próxima quinta, quando será lançada uma nova promoção da Toca dos Efeitos…

Abraços…

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OnVERSUS: FUZZ FACE x FUZZ FACE

23/05/2012 |

Apesar do meu histórico tocando sonoridades mais pesadas, um efeito que sempre me fascinou é o fuzz… e talvez menos por sons clássicos de fuzz, e mais pela forma diferente como ele satura, pela forma totalmente “esquisita” em relação ao que eu estava acostumado quando toquei com o meu primeiro fuzz… aquele som ficou muitos anos na minha cabeça, até que eu conseguisse usá-lo na minha música…

… o primeiro fuzz que usei é aquele que reputo como o “Pai de Todos”: o Fuzz Face… sim, existem variações com melhorias significativas, e provavelmente existam sim pedais melhores, mas no final das contas, e pelo menos essa é a minha opinião, o Fuzz Face é a grande referência em termos de fuzz, e não por acaso, pois é um pedal incrível…

FuzzFaceShootOut … ocorre, entretanto, que hoje existem 4 modelos de Fuzz Face no mercado, com o mesmo case, os mesmos 2 controles, mas com sonoridades diferentes… não completamente diferentes, mas diferentes sim…

… os 4 modelos em questão são 1) o Fuzz Face clássico, vermelho, com transistor de germânio; 2) o modelo Jimi Hendrix, azul, com transistor de silício; 3) o Fuzz Face assinado pelo Joe Bonamassa, com case brilhoso, com transistor de germânio; e 4) o Fuzz Face assinado pelo Eric Johnson, bege/amarelo/sei lá, com transistor de silício…

… o vídeo abaixo é muito bom, e mostra de forma muito legal a diferença entre eles…

… depois do vídeo, comente dizendo qual o seu preferido… e para não deixar em branco, o meu preferido foi o do Joe Bonamassa… ;]

No mais, amigos, fiquem ligados, pois semana que vem vamos anunciar uma nova promoção, agora valendo 1 pedal… não percam!!!

Abraços…

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DICA DA SEMANA

20/05/2012 |

Antes de mais nada, amigos, peço desculpas pelo hiato sem novas postagens na Toca dos Efeitos… nesse período fiz uma cirurgia, tive complicações por conta dela, e por essa razão tive muitas dificuldades para postar qualquer coisa antes de hoje… de qualquer forma, a boa notícia é que estou bem, e que portanto as coisas voltam ao seu normal a partir de agora…

… nos poucos dias que pude repousar, após meu retorno do hospital, encontrei algumas coisas interessantes, e uma delas, ironicamente a última, é a que trago aos amigos no DICA DA SEMANA de hoje…

… antes de mais nada, preciso reconhecer a minha ignorância: eu, de fato, nunca tinha ouvido falar do Ethos Overdrive, da CustomTones Inc…. mesmo sendo um pedal fabricado há alguns anos, nunca tinha o visto, ouvido falar, absolutamente nada mesmo… agora, o mais importante é que recentemente soube da existência dele, pude pesquisar muito material e constatar, ainda que não pessoalmente, que trata-se de um pedal inegavelmente diferenciado…

ethos-overdrive … o Ethos Overdrive é um pré de 2 canais muito versátil… não, ele não é pra metal, antes que alguns venham a me perguntar… quando escrevo “versátil”, me refiro ao fato dele ter um resposta muito ampla de possibilidades… o canal limpo permite timbres ricos em médios, estilo VOX, bem como timbres mais estalados e brilhosos, tipo os Fenders mais clássicos, com competência acima do normal… atochando o controle de GAIN o timbre adquire um crunch muito dinâmico, muito responsido à pegada, sem falar que soa belíssimo… o canal RED também tem muitas opções de timbragens, oferecendo uma saturação até mais forte que o esperado para um “Dumble in a Box”, mas que não chega a ser um hi gain metaleiro… o timbre versa bem para rock e até hard rock, dependendo do equipamento utilizado com ele…

… enfim, o pedal é realmente excelente… basta uma ouvida até despretensiosa nos vídeos abaixo para verificar isso… quem quiser mais informações, pode acessar o site da CustomTones Inc. em http://www.customtonesinc.com

… no mais, amigos, ainda essa semana vai ao ar um novo OnVersus… não percam… ;]

Abraços…

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GF PEDALS, mais uma boa marca brazuca

15/04/2012 |

Quem me acompanha dos primórdios da comunidade Efeitos de Guitarra, no orkut, e desde o início do trabalho feito aqui na Toca dos Efeitos, sabe que gosto muito de conhecer novos handmades, quem sabe até descobrí-los e apresentá-los pro pessoal, quando isso é possível…

… nesse caso, o mérito não é meu… não lembro bem em que circunstâncias, mas certa vez recebi um torpedo do Augusto, da Guitar Mind, que dizia mais ou menos o seguinte: “Milton, tens de conhecer um cara”… como isso me instigou, logo liguei para o Augusto me contar do que se tratava, e no final se tratava de como ele conheceu a GF Pedals…

… por contra do trabalho desenvolvido pelo Guitar Mind, naturalmente sempre aparecem pedais raros e/ou diferentes por lá, e certa feita apareceu um pedal da GF Pedals que chamou a atenção do Augusto… mesmo depois desse contato telefônico, eu não tive como procurar conhecer mais sobre a marca, pois o meu filho estava por nascer, mas como o Augusto tinha ficado empolgado com o pedal que tinha conhecido, disse que faria os contatos pra mim… e o fez… e foi dessa forma que eu conhecer um pedal da GF Pedals e que pudemos conhecer o Bruno, o cara por de trás da marca…

… por conta disso, o que trago para os amigos é uma entrevista com o Bruno, que conta um pouco sobre a marca e o trabalho feito nos ótimos pedais dela…

… em tempo, quem quiser mais informações sobre a GF Pedals, acesse ou o site da marca no endereço http://www.gfmusic.com.br, ou a página do Facebook em http://www.facebook.com/pages/GF-Guitar-Pedals/143468975708747, ou o Twitter em http://twitter.com/gfpedals, ou a página do orkut em http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=17401632180108232917, ou a página do Myspace em http://www.myspace.com/brunovicentegf ou a página do Youtube em http://www.youtube.com/user/reverofratiug

… no mais, vamos à entrevista…

 

gf1) Bruno, o que te fez querer começar a GF Pedals? Conta um pouco a história da marca e qual o diferencial do trabalho feito pela GF.

O gosto por circuitos e componentes eu tenho desde criança. Adorava desmontar aparelhos eletrônicos e olhar seus circuitos cheios de componentes. Mas foi por pura necessidade que me envolvi no negócio. Apesar de haver hoje uma boa oferta de produtos de qualidade no mercado, os preços ainda não são muito acessíveis. Ao final de 2006 resolvi ir a fundo no assunto, unindo o útil ao agradável, e construir meus próprios equipamentos, pois até então nunca havia tido sequer um pedal analógico. Quando alguns amigos mostraram interesse resolvi começar a vender. Mas minha intenção é a de sempre oferecer o melhor que estiver ao meu alcance, por um preço bem abaixo do mercado. Meu custo é maior e minha margem menor, mas acredito que o caminho para nos tornamos competitivos com o resto do mundo é aumentar a qualidade e diminuir a ganância. Esse é o principal diferencial do meu trabalho.

2) Olhando os pedais feitos pela GF, me chamou a atenção o fato de ter um portfólio enxuto, com 4 pedais: essa é a idéia da marca, não ter uma lista imensa e direcionar a fabricação para projetos específicos?

Minha idéia é sim ter um portfólio com muitos pedais, mas eu faço o trabalho todo sozinho, então têm sido difícil começar novos projetos. Eu poderia ir pelo caminho mais "fácil" e utilizar os projetos com placas de circuito já prontas que se encontram às pencas pela internet. Assim eu poderia oferecer um catálogo com uns 30 modelos, mas eu seria apenas mais um fabricante entre tantos outros, sem nenhum diferencial concreto! Além de não me sentir nem um pouco à vontade fazendo isso. Tive que aprender a usar o software de circuito, métodos de confecção das placas, pesquisar componentes e fornecedores pelo mundo afora, tipos de acabamentos, etc. Muitas madrugadas em frente ao monitor... rs

3) Tenho em mãos o Overdrive 808 Boosted. De cara me chamou a atenção como ele tem um visual clean e muito bonito. Entretanto, foi ao abrí-lo que fiquei positivamente satisfeito ao ver que ele segue o padrão de construção da MXR, com placa enxuta, potenciômetros de hastes altas e bons componentes. Como técnico da GF Pedals, chegaste a fazer um estudo dos melhores padrões de construção do mercado para oferecer um padrão diferenciado nos teus pedais?

Sim, fiz uma pesquisa a respeito das montagens e escolhi esse padrão pq não só facilita o meu trabalho como tb a qualidade final é enorme e a aparência estética interna fica ótima, pois tudo fica muito bem organizado. Gosto das coisas muito bem feitas, mesmo que não fiquem à mostra. Esse capricho exagerado acaba me atrapalhando na maioria das vezes e tb é um dos responsáveis pela pequena quantidade de modelos que tenho no momento. Todo tipo de montagem tem suas vantagens e desvantagens. No meu caso as soldas precisam ser muito bem feitas por conta do estresse mecânico ao qual peças como os jacks e o footswitch são submetidas. Mas venho constantemente pensando em melhorias, por exemplo, recentemente passei a usar um conector no clip da bateria. Novamente meu custo aumentou, bem pouco, mas também aumentou a qualidade, pois a probabilidade dos fios se quebrarem devido o manuseio constante ao se trocar a bateria diminuiu bastante agora. Quanto ao acabamento quero poder oferecer algo diferente sempre, portanto já estou pensando em algumas mudanças.

gf phaser4) Falando mais especificamente sobre os teus pedais, me chamou a atenção que o teu phaser possui um controle extra chamado REGEN. O que podes falar sobre o phaser e mais especificamente sobre a ação desse controle no efeito?

Bom, esse controle é o "feedback" (regeneração ou resonância). Como o próprio nome diz significa "realimentar" o sinal já modulado novamente no estágio de modulação criando um looping que dá um efeito "metálico" no som, no caso do Phaser. Ao apertar a chave "REGEN" esse looping é acionado e o nível de feedback desejado é controlado pelo knob "R.LEVEL" (Regeneration Level), o qual permanece inativo quando a chave não estiver acionada.
Esse Phaser é baseado no Phase 90, usa os famosos transistores casados 2N5952 (FET), e oferece também o controle de profundidade (DEPTH) do efeito. Mas esse controle difere de alguns existentes no mercado que usam uma modificação simples, substituindo um resistor fixo interno por um potenciômetro. Tal modificação acaba alterando a simetria da onda causando, na minha opinião, um efeito estranho e indesejável no som. Tive de alterar o LFO de modo a conseguir um controle de profundidade mais preciso, que atuasse apenas no nível de modulação do efeito. Além disso há um trimpot interno para ajuste do nível de saída (volume) do pedal.

5) Pelo que pude observar do som e até mesmo da placa do Overdrive 808 Boosted, ele é um pedal decididamente muito parecido com o TS808. Entretanto, ele tem uma chave extra chamada BOOSTED. Qual a ação dessa chave no som? Essa chave atua na clipagem do pedal, fazendo-o ficar assimétrico?

Sem meias palavras, ele é um 808 modificado! Foi o primeiro pedal que montei, assim como praticamente todos os novos "pedal makers", e gostei muito, mas decidi colocar a chave pois queria um nível maior de drive, porém sem alterar muito as características do pedal. No final acabei alterando de qualquer jeito. A clipagem é sempre assimétrica, a chave atua no nível de drive que o pedal consegue alcançar e também acrescenta um pouco mais de graves.

gf delay6) Logo que fiz a primeira visita no site da GF Pedals, o primeiro pedal que me chamou a atenção foi o Analog Delay 2, não só por ser um delay analógico duplo, e com controle de tonalidade, que é um recurso que gosto muito em delays, mas especialmente por ele ter um tempo-delay tão longo para um analógico, chegando a 1400ms. Conte um pouco sobre esse projeto, como começou a idéia de construir um delay analógico com um tempo-delay maior que o usual, e porque a construção de um delay duplo.

Primeiramente, a expressão "delay duplo" pode gerar uma certa confusão. Ele tem duas seleções de tempo de delay que podem ser intercambiadas ao se acionar o segundo footswitch (TIME SELECT). Significa que você pode regular um delay longo no knob 'TIME 1', outro curto no knob 'TIME 2' e trocar entre os dois, um de cada vez, não os dois ao mesmo tempo. Algumas pessoas já me perguntaram a respeito disso, portanto acho válida a explanação.
A vontade de montar esse delay me surgiu há uns 4 anos, depois de montar o DM-2 da Boss. Sempre me fascinei com delays e na época fiquei maravilhado com o som do pedal, mas queria um com intervalo maior. Só pude colocar em prática recentemente e eis o resultado. De longe é o pedal que mais tenho orgulho. Quando comecei a pesquisar vi muitos experts no assunto dizendo que seria inviável por conta disso ou daquilo, mas não dei bola. Passei um ano fazendo testes e melhorias e hj acredito que consegui chegar num som muito bom. Foi um processo totalmente "braçal", pois percebi há um tempo que o melhor é fazer o teste antes de concluir qualquer coisa.

A idéia de adicionar dois controles de tempo veio depois de ver o 'Two-Timer' da BBE, e o controle de tonalidade depois de ver o 'Analog Delay' da Retro-Sonic. Tentei incorporar alguns diferenciais que eram palpáveis para mim naquele momento, mas minha intenção no futuro é fazer um delay com Tap-Tempo. Ainda não o fiz pois vou precisar aprender programação para isso.

7) Por fim, Bruno, quais os projetos da GF Pedals para 2012 e que novos pedais irão aparecer no portfólio da empresa.

Ainda estou engatinhando, encontrando muitas dificuldades com relação a fornecedores de peças e serviços, e também com importação, mas minha intenção é abrir minha loja virtual muito em breve. Acabei de encomendar embalagens personalizadas e encaminhar o registro da marca.
Com relação a novos modelos, o próximo será um tremolo óptico, que já teve os primeiros testes realizados com resultados muito promissores. Falta apenas montar um protótipo final dele. Após o tremolo é provável que venha um chorus e também um Auto-Wah, não sei ao certo qual virá primeiro.
Acho que é isso! Agradeço imensamente o interesse e a oportunidade de poder falar um pouco sobre meu trabalho.
Muito obrigado.

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DICA DA SEMANA

09/04/2012 |

Algumas marcas gozam de grande prestígio comigo… e por conta disso, cada novo lançamento me causa interesse pelos motivos mais diversos… a BOSS, por exemplo, me causa interesse pela história que tenho usando a marca há quase 20 anos… meu primeiro pedal foi um BOSS, assim como o último que comprei, na semana passada… a MXR, por outro lado, me causa interesse pelo fato de possuir, na minha opinião, a linha mais homogênea de efeitos… a EHX, como já comentei outras vezes, me causa interesse pela inventividade, por fugir do senso comum… e assim, pelos motivos mais diversos, outras marcas provocam meu interesse…

… a Catalinbread é, provavelmente, a última marca que entrou nessa categoria… desde que conheci o Dirty Little Secret, que reputo como um drive "estilo Marshall” maravilhoso, comecei a olhar com outros olhos para tudo que fosse lançado, ainda mais porque a marca se dedica basicamente na fabricação de drives e fuzzs, sempre com um tempero diferente do usual…

ledzephiwatt9-70_1… a bola da vez se chama RAH… sabe o que significa essa sigla? Royal Albert Hall… e o porque desse nome? Simples (ou nem tanto): a intenção desse pedal é trazer os timbres do Jimmy Page no clássico show do Led Zeppelin, no Royal Albert Hall, em Londres…

… segundo pesquisa rápida, parece que há uma curiosidade sobre o equipamento usando pelo Jimmy Page, e que peço que os fãs da banda me confirmem ou não: ao invés de Marshall, nesse show o Page usou um Hiwatt modificado para ter mais ganho, ou seja, o timbre que o RAH procura captar é muito específico, mas excepcional, pelo que vocês poderão ver nos vídeos abaixo…

… pelos vídeos que ví, a similaridade dos timbres do show com os tirados com o pedal impressiona, e muito… mais do que isso, são timbres muito ricos em dinâmica, com uma faixa de médio-agudos e agudos que me agrada muito… sinceramente, dos pedais que conheci em 2012, esse é, provavelmente, o que mais me empolgou, e isso que não sou fã incondicional de Led… imagino como não ficarão os fãs depois de verem os vídeos abaixo…

… aliás, sobre os vídeos, os 3 primeiros são focados em mostrar o pedal timbrado para músicas do Led Zeppelin, e por isso recomendo atenção especial neles, pois as semelhanças são impressionantes… já os 3 últimos mostram o pedal com outras abordagens, nada semelhantes ao som do Led…

… no mais, amigos, reforço o convite para que sigam a Toca no Twitter (twitter.com/TocaDosEfeitos), curtam nossa página no Facebook (http://www.facebook.com/tocadosefeitos) e participem do nosso grupo no Facebook, que cada vez mais tem tido discussões muito interessantes (http://www.facebook.com/groups/295567583788059)…

… de resto, era isso… e se liguem no post de quinta-feira, que trará uma entrevista muito interessante… ;]

Abraços…

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